histórias (II)

Maria é natural de Bucharest. Tem 33 anos e deixou o seu país há dez, rumo à Alemanha, para trabalhar com uma bolsa de investigação. Objectivo: doutorar-se. O tempo foi passando e Maria foi produzindo trabalho, resultados e publicações, sempre recebendo muito pouco em troca. Na Universidade Alemã não param de enredar um processo confuso, de dar voltas e voltas para não lhe atribuírem o grau de Doutor. Há dois anos, veio para Itália ao abrigo de um programa internacional pois já não tinha dinheiro para viver na Alemanha. A Universidade deixou de lhe pagar. Continua até hoje a ir a reuniões, mas nada. Dizem que, ao atribuir-lhe o grau, seria a primeira mulher estrangeira a doutorar-se na sua área naquela universidade...
O seu período de dois anos está também a terminar aqui. Não quer voltar para a Roménia conforme partiu pois, ao fim de dez anos, sente que seria como uma derrota pessoal.
Está a estabelecer contactos com uma Universidade Húngara para iniciar todo um novo processo de Doutoramento, tentado encontrar um novo rumo. Penso que neste período da sua vida tomou algumas decisões menos acertadas, como todos nós, mas é impossível ficar indiferente a histórias assim.
Let's us hope, Maria...
O seu período de dois anos está também a terminar aqui. Não quer voltar para a Roménia conforme partiu pois, ao fim de dez anos, sente que seria como uma derrota pessoal.
Está a estabelecer contactos com uma Universidade Húngara para iniciar todo um novo processo de Doutoramento, tentado encontrar um novo rumo. Penso que neste período da sua vida tomou algumas decisões menos acertadas, como todos nós, mas é impossível ficar indiferente a histórias assim.
Let's us hope, Maria...
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4 Comentários:
nem sei o que diga...
:_(
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Aequillibrium, at
13 março, 2007 15:57
Toda a sorte do mundo para a Maria :-)
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t., at
13 março, 2007 19:38
Penso que o facto de ser romena, "ajuda" a este ostracismo sem qualquer lógica.
Infelizmente, há mais Marias na terra...
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Anónimo, at
14 março, 2007 04:10
Estas coisas dão-me uma revolta que nem imaginas.
À velha maneira portuguesa apetece-me dizer : PORRA!
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Tongzhi, at
14 março, 2007 11:00
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